sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Coisa de artista

No Mobilefest, evento de arte digital realizado em São Paulo, instalação de celular preso em uma caixa com cadeados questiona a cultura móvel

Adriano Visoni/Folha Imagem

Plantas que informam seus donos por telefone, SMS e Twitter foram expostas em São Paulo durante o evento Mobilefest

AMANDA DEMETRIO
DA REPORTAGEM LOCAL

Deixar um celular ligado, conectado à energia elétrica, dentro de uma caixa fechada com cadeados por cinco dias. Parece abstração de artista, e é mesmo. O trabalho, chamado Immobile Art, de Edgar Franco, foi uma das peças expostas na quarta edição do Mobilefest<www.mobilefest.org>. O evento, que terminou no último domingo, misturou arte e cultura móvel em São Paulo.
Logo ao lado do Immobile Art, ficavam situados três potes com celulares mergulhados em um líquido verde. O Criaturas Capturadas, de Cláudio Bueno, tentou pensar os celulares como criaturas levadas para estudo em um laboratório.
Outro destaque do evento foi o Projeto Botanicalls<www2.botanicalls.com>, que trouxe programas que permitem que plantas se comuniquem com pessoas por meio de telefone, mensagens de texto e Twitter.
As plantas recebem sensores, que medem fatores como a quantidade de água recebida durante o dia. Se o vegetal foi regado demais, por exemplo, o sensor avisa o software, que comunica o fato ao responsável.
Outra curiosidade apresentada foi o projeto Aphrodite, desenvolvido para prostitutas norte-americanas. Foram criadas sandálias com GPS, tela de LED e alarme que elas pudessem chamar a polícia a qualquer momento, mostrar um vídeo para conquistar um possível cliente e sempre saber onde suas amigas estão.
No mesmo projeto, foram criadas também peças de roupa e bolsas com tecnologias móveis integradas.
Com artistas de ao menos sete países presentes, o Brasil teve representantes como Fábio Fon e Soraya Braz. Eles criaram uma espécie de capa que capta sinais eletromagnéticos ao seu redor e, ao detectar um celular em funcionamento, dispara sons para tentar atrapalhar a ligação de quem se aproxima. O objetivo, segundo a organização, é questionar o caráter invasivo do celular.
Também quis fazer o público pensar a artista Rachel Jabobs, que criou o Dark Forest. Com sensores instalados em uma árvore no Reino Unido e em uma em São Paulo, a artista colheu dados para formar uma obra de arte mutante. O retrato ambiental ao redor da planta é projetado em imagens, que mudam segundo as condições das duas florestas.
Já Victor Viñas conduziu aulas sobre como monitorar o ambiente por meio de sensores feitos com objetos simples .
Clara Boj também apresentou seu projeto, uma espécie de playground eletrônico <www.lalalab.org/drupal>. A artista diz tentar tornar o espaço público mais divertido para os adolescentes integrando sensores de videogames e parques públicos.

+ em http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u655366.shtml

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Animação Stop Motion

Segue alguns vídeos muito interessantes desta técnica.





Quem tiver alguma sugestão de vídeos legais, basta compartilhar nos comentários ou por e-mail.

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Fake Fake ilustraciones 2


Exposição - 07 a 20 de novembro de 2009 na Galeria Potrich - Goiânia - GO


Oficinas - Entrada Franca para todas as oficinas. Leve seus materiais! Para inscrições das Oficinas acesse o e-mail: fakefakeilustraciones@gmail.com,com seu nome completo, e-mail e telefone para contato.Vagas limitadas.


O FAKE FAKE Ilustraciones, é uma exposição coletiva de ilustradores criada por estudantes de Design Gráfico da Universidade Federal de Goiás (UFG) com o objetivo de trabalhar no limiar da arte e do design, assumindo com tamanha prepotencia, este ato que gera nosso diferencial. Acreditamos no nosso lado "fake", ou seja, falso. Trata-se do lado ilustrador: nem artistas, nem designers, e ao mesmo tempo, ambos. Não aceitamos limites de criação, consumimos e consumamos todas as influências possíveis, assim elevando o nível de nossa produção. Esse ano o FakeFake Aciones,com palestras e oficinas, foi criado com cunho de atingir mais do que uma exposição pode atingir. Quem sabe ano que vem o Fake Fake não vai para sua cidade?



Fonte: http://www.fakefakeilustraciones.com/