São imagens digitais, recortes e pinturas que num primeiro passar de olhos apresentam-se agradáveis através de diferentes estratégias de construção, tais como a repetição, o jogo de cores, o uso de padrões abstratos e principalmente, a apropriação de Ukiyo-ê (s) em releituras ou referências a estes. No entanto, quando observadas novamente revelam ao observador cenas de sexo ou violência (terrorismo e guerras) retiradas da internet e manipuladas digitalmente. Desta forma o trabalho discute a recepção da imagem contemporânea nos meios visuais (seja na televisão, na internet, nos out doors ou nos objetos artísticos) através do questionamento de conceitos tais como percepção, passividade, dormência e principalmente entre prazer e repulsão.
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
Antônio Vargas
Antônio Vargas é um importante artista brasileiro contemporaneo, radicado em Florianópolis, que trabalha nas fronteiras da pintura. Ele dialoga com recursos de novas mídias, no caso, a linguagem digital, alargando desse modo, por compenetração, a construção do olhar do espectador e do repertório simbólico da obra. O artista discute a relação da imagem contemporânea através do conceito de "grotesco", como uma tradição que longe do esgotamento encontra nas condições contemporâneas sua plenitude.
M. C. Escher ( Mauritus Cornelis Escher) - Precursor da Arte Digital (1898 - 1970)
Mauritus Cornelis Escher, nasceu em Leeuwarden na Holanda em 1898, faleceu em 1970 e dedicou toda a sua vida às artes gráficas. Na sua juventude não foi um aluno brilhante, nem sequer manifestava grande interesse pelos estudos, mas os seus pais conseguiram convencê-lo a ingressar na Escola de Belas Artes de Haarlem para estudar arquitetura. Foi lá que conheceu o seu mestre, um professor de Artes Gráficas judeu de origem portuguesa, chamado Jesserum de Mesquita.
Com o professor Mesquita, Escher aprendeu muito, conheceu as técnicas de desenho e deixou-se fascinar pela arte da gravura. Este fascínio foi tão forte que levou Mauritus a abandonar a Arquitetura e a seguir as Artes Gráficas. Quando terminou os seus estudos, Escher decide viajar, conhecer o mundo! Passou por Espanha, Itália e fixou-se em Roma, onde se dedicou ao trabalho Gráfico. Mais tarde, por razões políticas muda-se para a Suíça, posteriormente para a Bélgica e em 1941 regressa ao seu país natal.
Estas passagens por diferentes sítios, por diferentes culturas, inspiraram a mente de Escher, nomeadamente a passagem por Alhambra, em Granada, onde conheceu os azulejos mouros. Este contacto com a arte árabe está na base do interesse e da paixão de Escher pela divisão regular do plano em figuras geométricas que se transfiguram, se repetem e reflectem, pelas pavimentações. Porém, no preenchimento de superfícies, Escher substituía as figuras abstracto-geométricas, usadas pelos árabes, por figuras concretas, perceptíveis e existentes na natureza, como pássaros, peixes, pessoas, répteis, etc.



Escher, sem conhecimento matemático prévio mas através do estudo sistemático e da experimentação, descobre todos os diferentes grupos de combinações isométricas que deixam um determinado ornamento invariante. A reflexão é brilhantemente utilizada na xilografia
Dono de uma personalidade humilde, Escher, não se considerava artista nem matemático. Mas a verdade é que transportou para os seus desenhos estruturas matemáticas complexas, perspectivas espaciais que necessitam sempre de um apurado segundo olhar, podemos mesmo dizer, de um terceiro. Escher suscitou a atenção por parte de muitos matemáticos (por exemplo de Moëbius - que não se cansava de o convidar para palestras), cientistas e cristalógrafos. O mais curioso é que Escher não tinha uma formação específica nestas áreas, mas elas aparecem nas suas criações! Cada vez mais assediado pelos matemáticos, Escher acabou muitas vezes por se inspirar em suas novas descobertas.
Dono de uma personalidade humilde, Escher, não se considerava artista nem matemático. Mas a verdade é que transportou para os seus desenhos estruturas matemáticas complexas, perspectivas espaciais que necessitam sempre de um apurado segundo olhar, podemos mesmo dizer, de um terceiro. Escher suscitou a atenção por parte de muitos matemáticos (por exemplo de Moëbius - que não se cansava de o convidar para palestras), cientistas e cristalógrafos. O mais curioso é que Escher não tinha uma formação específica nestas áreas, mas elas aparecem nas suas criações! Cada vez mais assediado pelos matemáticos, Escher acabou muitas vezes por se inspirar em suas novas descobertas.
O formato dos sólidos geométricos, em especial, dos poliedros também atraiu Escher. Seu interesse nasceu a partir da observação dos cristais, possivelmente influenciado por seu irmão que era geólogo. Realizou diversos trabalhos explorando as possibilidades dos poliedros. Maravilhado pelas suas formas afirma que no caos da sociedade moderna os poliedros "representam de maneira ímpar o anelo de harmonia e ordem do homem"





Recriações da obra de Escher por aficionados da cibercultura:



segunda-feira, 21 de setembro de 2009
Photoshop - Aula 1
INTRODUÇÃO AO PHOTOSHOP
O material das aulas 1 e 2 estão neste link - Photoshop (Intermídias e Processos de Criação).
A imagem fica com a qualidade baixa quando vizualizada pelo docs do Google, mas existe a opção para salvar no computador, a qual está no canto superior esquerdo em "download".
O material das aulas 1 e 2 estão neste link - Photoshop (Intermídias e Processos de Criação).
A imagem fica com a qualidade baixa quando vizualizada pelo docs do Google, mas existe a opção para salvar no computador, a qual está no canto superior esquerdo em "download".
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